COBERTURAS

Roubo de Valores

Seu negócio precisa ter valores no estabelecimento para operar que gera aquela insegurança?

Por que contratar a cobertura de seguro de Roubo de Valores na Empresa?

Empreender um negócio de sucesso não é isento de riscos. Normalmente empresários se orgulham do trabalho que fazem e do patrimônio e do conhecimento que utilizam para realizar seus trabalhos. Infelizmente, eventualidades acontecem e você precisa estar preparado para elas. Todos os anos, alguns empresários têm seus patrimônios financeiros impactados ou perdidos como resultado de eventos completamente fora de controle e previsibilidade. Quando isso acontece, o que o empreendedor mais deseja é retomar suas atividades o mais rápido possível, e o seguro de Roubo de Valores na Empresa foi pensado e projetado para isso. É uma camada extra de proteção patrimonial que vai além das apólices de seguro mais comuns. O seguro de Roubo de Valores para micro, pequenas e médias empresas é frequentemente comprado como parte do Seguro Empresarial, como cobertura opcional.

Mesmo para negócios que não estejam gerando lucro, a perda ainda pode ser muito maior se não tiver um seguro de Roubo de Valores na Empresa. Por isso, a lógica financeira é contrária do que a maioria dos empreendedores imagina. Os empresários que mais necessitam desse seguro são as pequenas empresas e os profissionais liberais, independente se a empresa estiver rentável ou estiver passando por uma crise é importante incluir no seu planejamento financeiro a contratação de um seguro.

 

Definições importantes do seguro de Roubo de Valores na Empresa

Valores: dinheiro em espécie, moedas, metais preciosos, pedras preciosas ou semi-preciosas, joias, pérolas, certificados de títulos, ações, cupões e todas as outras formas de títulos, conhecimentos, recibos de depósitos de armazéns, cheques, saques, ordens de pagamento, selos e estampilhas, apólices de seguro e quaisquer instrumentos ou contratos, negociáveis ou não, representando dinheiro ou bens ou interesses, e ainda, quaisquer documentos nos quais esteja interessado a Empresa ou a custódia dos quais a Empresa tenha assumido, ainda que gratuitamente. Não serão considerados valores os bens acima especificados quando se tratar de mercadorias inerentes ao ramo do negócio da Empresa.

Roubo: subtração da coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência à pessoa, ou depois de tê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência.

Furto qualificado: ação cometida para subtração de coisa móvel, com destruição ou rompimento de obstáculo à subtração da coisa, com abuso de confiança, ou mediante fraude, escalada ou destreza, com emprego de chave falsa ou mediante concurso de duas ou mais pessoas, que deixe vestígios, e sempre comprovada por inquérito policial.

Local do seguro: o estabelecimento da Empresa especificado no seguro.

Portadores: pessoas às quais são confiados valores para missões externas de remessas ou para cobranças e pagamentos, entendendo-se como tais, sócios, diretores e empregados da Empresa.

Remessas: valores em mão de portadores, e procedentes do local de origem especificado no seguro.

Local de origem: os locais ocupados pela Empresa de onde procedem as remessas abrangidas pelo seguro como: sede ou matriz, sucursais, filiais, agências, delegacias e escritórios, ou partindo de locais sob controle ou de propriedade de terceiros por ordem escrita emitida no local de origem, e todos devidamente especificados no seguro.

Trânsito: a movimentação de valores fora do local ou locais especificados no seguro.

Cofre-forte: compartimento de aço, a prova de fogo e roubo, fixo ou móvel com peso igual ou superior a 50 quilos, provido de porta com chave e segredo.

Caixa-forte: compartimento de concreto, a prova de fogo e roubo, provido de porta de aço, com chave e segredo, permitindo-se aberturas suficientes para ventilação.

 

Você saberá que escolheu o seguro certo de Roubo de Valores na Empresa se ele garantir os danos ou perdas materiais causadas:

– aos valores de interesse da Empresa, existentes no interior do imóvel especificado no seguro, dentro ou fora de cofre-forte ou de caixa forte ou quando em trânsito em mãos de portadores;
– roubo cometido mediante emprego ou ameaça de violência contra a pessoa, reduzido à impossibilidade de resistência, quer pela ação física, quer pela aplicação de narcóticos ou assalto à mão armada, desde que qualquer dessas formas de violência tenha sido praticada dentro do local especificado no seguro ou quando em trânsito, contra os portadores;
– furto qualificado, que é aquele cometido com destruição ou rompimento de obstáculos ou mediante escalada ou utilização de outras vias que não as destinadas a servir de entrada no local onde se encontrarem os bens cobertos, ou mediante emprego de chave falsa, gazua ou instrumentos semelhantes, desde que a utilização de qualquer desses meios tenha deixado vestígios materiais inequívocos ou sido constada em inquérito policial.

 

O que a cobertura de Roubo de Valores na Empresa não cobre?

A transparência é um atributo importante para nós. Você deve ler atentamente as condições gerais do seu seguro, em que estarão detalhados os itens não cobertos, também conhecido como riscos excluídos ou prejuízos não indenizáveis, descrevendo todas aquelas situações específicas e particulares que a Seguradora não terá responsabilidade contratual. Aqui relacionamos alguns exemplos de exclusões:

– são desconsiderados portadores os menores de 18 anos, menores de 21 anos quando tratar de portadores de valores de instituições financeiras, os vendedores ou motoristas vendedores que recebam pagamento contra entrega de mercadorias, pessoas sem vínculo empregatício com o segurado, ainda que com ele relacionados por contrato de prestação ou locação de serviços específicos de remessas, cobrança ou pagamentos;
– apropriação indébita, nos termos do artigo 168 do Código Penal: “Apropriar-se de coisa alheia móvel, de que tem a posse ou a detenção”;
– furto simples, conforme definido pelo artigo 155 do Código Penal: “Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel”;
– estelionato, na forma definida pelo artigo 171 do Código Penal: “Obter para si ou para outrem vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo alguém em erro mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento”;
– extorsão mediante sequestro, nos termos do artigo 159 do Código Penal: “Sequestrar pessoa com o fim de obter, para si ou para outrem, qualquer vantagem, como condição ou preço do resgate”;
– infidelidade, cumplicidade, dolo ou culpa grave de diretores, sócios, empregados ou prepostos do Segurado;
– lucros cessantes;
– tumultos e lock-out;
– valores ao ar livre, em varandas, terraços, edifícios em construção ou reconstrução, bem como em edificações abertas ou semi-abertas, tais como galpões, alpendres, barracões e semelhantes;
– qualquer objeto de arte, de valor estimativo e raridade, exceto no que disser respeito ao seu valor material e intrínseco;
– valores em mãos de portadores, destinados para custeio de viagens, estadias e despesas pessoais;
– valores em trânsito sob a responsabilidade de empresas especializadas em transporte de valores;
– valores em veículos de entrega de mercadorias;
– valores durante viagens aéreas;
– valores em trânsito em mãos de portadores durante pagamento de folha salarial;

 

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